Peço que me perdoem por demorar tanto e chegar aqui com algo assim tão inlapidado.

Mas é que eu precisava escrever um poema. Não sei, depois de todos esses anos, me deu vontade.

 

Versos incompletos

 

E no escuro da noite as estrelas cadentes

Na profunda decadência de um céu azul,

Gritam nomes indolentes

Para a chuva que cai de meu olho azul.

 

E na imensidão azul,

Eu vejo o céu vermelho,

Alaranjando-se de cores vivas e tristes.

 

E na imensidão azul,

Eu vejo os meus olhos,

Cantarolando as coisas mais belas e tristes.

 

Em vão no amarelo gritam as estrelas,

Mas na imensidão azul eu não as ouço,

Eu me joguei lá de cima do céu,

Para me afogar abaixo do mar.

 

Deus? Porque não há mais azaléias?

Quando se diz que é proibido sonhar?

Quando morreram todas as ninféias?

Na imensidão azul, o que perguntar?

 

Não faz sentido,

Mas que sentido,

faz o amor?

 

Dica de Livro:

O Desejo de Lilith – Ademir Pascale

 

EM BREVE

PREVISTO PARA O PRIMEIRO TRIMESTE DE 2010

 

Como um apaixonado por Lilith e sua história eu não podia deixar de indicar esse livro.

Ademir Pascale é escritor, ativista cultural e critico de cinema, trabalhou em coletâneas como: Metamorfose (sobre lobisomens), Draculea, Poe 200 anos (com lançamento em fevereiro de 2010.), é idealizador e co-editor (juntamente com Elenir Alves) da revista eletrônica Terrorzine, entre outros.

 

Falando sobre o livro:

Uma história sobrenatural, envolvendo grandes ícones da história como: Platão, Vlad Tepes, Erzsébet Báthory, John Milton, Thomas Chatterton, Mary Shelley, Percy B. Shelley, Robert L. Stevenson, Aleister Crowley e Jim Morrison, o que eles teriam em comum?

Um detetive investiga um macabro suicídio, um descuido dos tradutores da bíblia revela o pior dentre todos os demônios, segredos inimagináveis, surpresas, bizarras e inimagináveis personagens, isso e muito mais lhe aguardam em “O desejo de Lilith”

Você realmente está preparado para conhecer um segredo milenar?

 

Confira Release completa e mais informações em: http://odesejodelilith.blogspot.com/

Site da editora:

http://editoradraco.com/2009/12/o-desejo-de-lilith-romance-de-ademir-pascale/

2010 – Ano novo

Ou Tudo de novo?

 

Um novo ano começa e é hora de pensar. Como devemos seguir nossas vidas a partir de agora? Devemos repetir as mesmas coisas que tornaram os outros anos tão maravilhosos – ou tão ruins? Talvez.

O ano é apenas um método que usamos para marcar o tempo, mas como tudo na mente do homem é cercado de histórias, tradições, mitos, simpatias. Se tudo isso vale a pena? Claro que vale, isso é o que nos torna tão diferentes dos outros animais.

Um novo ano significa mudança, mas a escolha de quais mudanças serão essas cabem somente a nós mesmos. 2010 pode ser um ano de realizações novas, consolidação das antigas realizações ou apenas mais um ano que se passa.

Os anos passam depressa, mas não é a passagem deles que realmente contam nossa vida, são os 365 dias que nos tornam o que somos. O que você vai fazer nos próximos dias desse ano?

Também é tempo de pensar no futuro de toda a nossa humanidade. Com tantas previsões nada boas para os próximos anos temos que pensar em como proteger nosso planeta de grandes catástrofes. Não devemos deixar que nossa sociedade cometa o erro de muitos individuais: Gastar a vida para ganhar dinheiro para depois gastar dinheiro para recuperar a vida.

2763 anos desde a fundação do – talvez – maior império da humanidade. Nossa vida mudou bastante, Roma caiu, mas deixou além de suas leis, seu idioma, uma lição extrema: nada é pra sempre. Se até mesmo o maior império do mundo pode acabar, qualquer coisa pode acabar.

Então? O que você vai fazer nesse ano? Vai esperar o próximo ano? Vai esperar o último ano de sua vida?

Mude agora sua rotina, viva mais, viva cada experiência.

Meus votos para esse novo ano não são os tradicionais: saúde, riqueza, paz. Meus votos para esse ano é que ele seja REALMENTE novo em sua vida.


Feliz 2010

Saia da rotina!!!

 

Thiago Félix

 

Para autores:

Participe com seu conto:

Mais informações:

http://www.cranik.com/cavaleirosedragoes.html

Para autores:

Participe com seu conto:

Mais informações:

www.cranik.com/zumbis.html

Dica de livro

Kaori, Perfume de vampira – Giulia Moon

Quando li pela primeira vez um texto da Giulia Moon, eu simplesmente não consegui pensar. Fiquei perplexo: um vampiro drag?![As Vampiras de Kenshin, no território V]. Quem teria coragem de escrever sobre isso? A resposta é: Giulia Moon! Uma deusa da literatura.

Então veio o “Amor Vampiro” e eu conheci Kaori, foi amor à primeira vista. Suas formas, seu jeito, sua liberdade. Sim, Kaori era uma vampira na concepção mais sublime da palavra. Mas nunca, em mil anos eu poderia imaginar o que viria em Kaori, perfume de vampira.

O livro é um convite ao imaginário.

Já desde o índice a separação entre duas épocas é evidente. De um lado a São Paulo moderna, com sua linguagem simples e movimentada, transmitindo a agitação dessa cidade. Do outro o antigo Japão, com sua linguagem poética, misteriosa e calma, como se almejasse passar toda a grandeza e tradição dessa terra.

Kaori é um livro que já te encanta desde o índice.

Na parte japonesa da narrativa você é capaz de sentir os cheiros, os sons, a poesia de uma época a tanto perdida no tempo. Giulia mostra a magia do Japão na era dos samurais e o xogunato. Tudo remonta a poesia e as sensações, desde os nomes dos capítulos como: Conversa Ligeira numa Tarde de Sol ou Aqueles que Vêm com a Noite até os inúmeros termos da linguagem japonesa.

Na parte de São Paulo, a velocidade, simplicidade na fala e agitação da vida moderna é retratada. Desde capítulos como: O ataque ou Fauna da noite até a constante movimentação dos fatos. Você se sente quase como na pele de Samuel Souza [ops, Jousa, rsrsrs, não resisti].

Dentro da vampira Kaori tudo é um mistério. Desde sua tatuagem [que você passa a narrativa inteira tentando descobrir como foi feita] até o seu jeito. Como se tudo isso não bastasse a nossa personagem principal mostra que o tempo não cura todas as feridas e que até mesmo as mais poderosas vampiras pode sofrer.

Kaori traz a tona todos os sentimentos de uma imortal. Nos faz perceber que mesmo dentro de uma vampira poderosa e bonita existe uma garota triste e ferida. Giulia nos faz perceber todas as nuances da vida, mas apenas aqueles que têm capacidade de perceber as entrelinhas são capazes de perceber a profundidade de cada ação de seus personagens.

Como duas histórias com uma distância tão grande, como o Japão do xogunato e a atual São Paulo vão se encontrar? Como duas pessoas tão diferentes como Kaori e Samuel podem se conhecer e fazerem parte de uma mesma história? Isso é algo que só se pode descobrir quando se ler essa excepcional história.

Prepare-se para conhecer um mundo de famélicos, bakemonos, nekomatas (meu favorito!) e é claro, vampiros!

Sem sombra de duvidas, esse é um romance para se guardar na memória e que nunca deve faltar na prateleira dos adoradores de romances sobre vampiros. Uma sinestesia onde a autora brinca com nossos sentimentos e sentidos.

 

Thiago Félix de Rovere ¥

 

Blogueiros de Plantão.

Enquanto o meu livro não sai se divirtam com meus contos sobre vampiros, anjos, demonios e outros.

 

http://cronicasdamorte.zip.net/

 

Thy Felix

Kizzy ysatis e liz vamp são agredidos em casa de show em sampa!

 

Nesta quinta feira, 03/09/2009 ocorreu um grande evento para a literatura fantástica: O lançamento do livro Kaori- Perfume de vampira da magnífica Giulia Moon [que alias graças a ela eu pude saber noticias do kizzy].

Alguns amigos então resolveram depois ir a uma conhecida boate em São Paulo, sem saber do que viria a acontecer posteriormente.

Liz Vamp, filha do Zé do Caixão, pagou sua conta e sentou-se para esperar Kizzy, autor de O Clube dos imortais e Diário da Sibila Rubra, logo escutou uma discussão entre ele e o caixa.

Kizzy havia pago sua conta, mas o caixa afirmava que não, logo apareceram vários seguranças e começaram a bater nele enquanto Liz tentava defender o amigo.

******

 

Minha sincera opinião sobre o ocorrido:

 

Eu fiquei em choque. Primeiramente por conhecer a obra de Cristiano Marinho, o Kizzy e também a sua pessoa já que eventualmente mantenho contato com ele pelo orkut. Tenho a absoluta certeza de que Cristiano marinho é honestíssimo e que teria até mesmo pago a conta novamente.

O que deixa em choque qualquer pessoa é o fato de uma violência dessas acontecer. Como pode uma casa de show contratar seguranças capazes de fazer uma barbaridade dessas?

Como pode um ser humano fazer isso?

Isso mostra o quanto – em qualquer lugar do mundo – a humanidade está se tornando desregrada e degenerada!

Fico completamente abismado com o ocorrido justamente por pensar em quantas pessoas são agredidas por ai por dia e essas noticias já acabaram por se tornar tão banais que nem aparecem nos jornais a não ser que sejam de pessoas ilustres, como é o caso [ e esta manha eu acabei por ver no meu jornal apenas uma pequena matéria no caderno de fofocas]. Essa agressão é um fator primordial para nos manter alerta!

Duas pessoas de bem como o Kizzy e a Liz não mereciam ter sido tratados dessa forma, alias, ninguém de forma alguma merece ser tratado com violência. Espero que esses seguranças e a própria boate sejam processadas.

Isso também atenta o fato de que são contratadas pessoas sem preparação psicológica e noção para se tornar segurança. Não todos, é claro. Existem Profissionais e profissionais, mas é bastante comum encontrarmos pessoas estressadas e violentas exercendo tal função.

Nos do chinela-havaiana desejamos a melhora de Kizzy e Liz e que essa agressão não fique em pune como tantas outras por ai.

Thiago Félix.

 

Mais informações:

http://redevampyrica.com/home/?p=322

 

2008- O ano que nunca existiu

Por Thiago Félix

 

  Eu comecei a pensar quando fui convidado a escrever esse artigo, sobre o que eu diria, afinal se para mim esse ano foi nas palavras da Sibila "O ano que eu colocarei o primeiro tijolo daquele que eu serei em vida.", mas se agora eu começo a fazer a alvenaria de quem sou, mas quem eu realmente sou? Afinal grandes obras devem começar por um projeto, então devo começar pelo protejo inicial, o porquê desse ano jamais ter existido.

  Esse foi um ano de decepções no amor e por isso é hora de esquecer todos os "eu te amo". Todas as mentiras e promessas, todas as paredes não essenciais da casa que um dia eu vou ser. Porque eu faria isso? Porque está na hora de fazer a única coisa que realmente importa agora: Se libertar sem partir, sem precisar mudar de verdade, sem precisar se machucar de novo. Um adeus sem despedida.

  Provavelmente se esse ano não tivesse existo, mesmo com todas as lagrimas e decepções eu jamais teria aprendido as lições mais importantes da minha vida, se eu realmente pudesse apagar de vez esse pequeno momento na minha enorme vida, eu deixaria de ser eu mesmo.

  Talvez esse ano não exista, o que exista seja esse momento, cada palavra que você lê ou escreve. A marcação do tempo pode ser apenas uma ilusão para definir em que época das nossas vidas um momento eterno aconteceu. Isso é porque os eventos perpétuos não são de fato assim, eles duram uma infinidade de alguns segundos, suficientes para petrificá-los e torna-los verdadeiras obras de arte.

Esse ano talvez não deixe de existir por exatamente ser ele o único ano que será apagado, pois eu aprendi que tudo aquilo que morre vai para o mundo dos sonhos e se um dia eu também irei para esse lugar, aonde tudo começa por ser onde tudo termina, então será esse momento que estará me esperando lá. Junto com todo o resto de coisas que eu esqueci, mas que sempre serão lembradas pelo meu coração.

Eu me despeço desse momento com a certeza de que ele não mais exista, mas provavelmente nada mais exista além deste momento. Este é o ano que não existe porque na verdade este é o segundo que nunca se foi.

 

Thiago Félix- Adaptação do original do meu caderno.

O QUE EU QUERIA TE DIZER...

Baseado em trechos de musicas da banda Ludov.

 

 

Deixa eu te mostrar toda a mágica,

Porque eu sei que você já parou de contar as estrelas do céu,

Então vem comigo lançar um disco paralelo,

Pois ainda falta um pouco de luz nos seus olhos e me dá saudade o seu rosto

Brilhando ao sol.

Mas vai passar, tudo passa.

Porque é uma tolice, inútil prova de amor. A minha prova de amor.

E os meus olhos que eram diamantes se tornaram rubis

Nessa sintonia tão distinta.

Não vou mais ficar aqui sem compreender

Então vou fugir desse país e buscar qualquer outro lugar.

Como seria melhor se não houvesse rancor, mas há.

Porque você se leva tão serio?

Por isso, hoje ainda não será o dia em que seremos felizes.

Nossas conversas em lata, perturbando a razão.

Dorme em paz, já é madrugada, e temos todo esse ar pra respirar.

E o céu está num varal a espera do que eu quase eu não consigo lembrar.

Eu tenho o mundo inteiro pra salvar e pensar em você é kriptonita, deixa de ser tão inseguro, a casa está cheia de flores e você nem percebeu.

De que vale plantar se você não colher?

Eu coleciono promessas e

Sobrenatural é saber que eu não serei pra sempre assim,

Porque eu ainda quero te beijar no meio do transito,

Ainda é noite clara aqui.

É só saudade dos tempos que nós éramos dois a rodar. Dos meus 7 anos.

Agora é a melancolia.

Trazemos bombas sobre as assas e caímos como flechas ao som ensurdecedor.

Não tenho escolha.

Agora Adeus

Eu peço desculpas.

Adeus.

 

 

 

Pensamentos Filosóficos Esdrúxulos I

Amor

 

  Eu sou estranho para falar de amor. Visto que afinal de contas, foi o amor que me enlouqueceu, porém acho que me sinto apto a falar sobre esse sentimento, pois quem nunca sofreu de verdade, nunca soube o que é amor.

   Antes de tudo. Temos que comparar duas vertentes. A primeira é que o amor é apenas uma invenção humana para manter o elo que une a sociedade, uma desculpa das mulheres para poderem esperar o biótipo perfeito para elas e uma premissa para os homens justificarem seus atos impensados próprios da sua biogenética. Uma reação química que muito equiparasse a uma depressão que dura em media apenas 18 meses, tempo necessário para a perpetuação da espécie.

Na segunda vertente, vemos uma visão utópica do amor. Um sentimento de paixão e de emoção contínuos. Eterno em quanto dura. Uma chama cadente e caliente, como dizem nossos amigos argentinos, o amor é A força mais poderosa existente no mundo.

Talvez nem os cientistas e nem Gandhi ou Vinicius de Morais estivessem errados.  O amor é realmente uma desculpa esfarrapada dita no meio do nada para mulheres apaixonadas, uma reação de amor e desamor, como uma orquestra de hormônios que forma a música da alma, uma depressão de sentimentos exacerbados, um precipício que se valha a pena cair. Talvez o único de sua espécie.

O amor é uma reação química, uma força que governa tudo em nossa mente e nossa alma, e nos torna entorpecidos.

Os românticos e os cientistas que me perdoem, mas o amor é acima de tudo o que eles esqueceram de mencionar: A entrega.

Porque sempre que nos entregamos a esse turbilhão de sentimentos, estamos amando, sempre que queremos a felicidade do outro, amamos novamente. O amor tudo crê, tudo suporta... é um fato verídico.

E se ainda continuam os cientistas em dizer que é algo que dura apenas 18 meses, aqui fica a palavra de Vicinius de Morais:

"Que não seja imortal, posto que e chama. Mas que seja infinito enquanto dure."

 

Aqui pode não estar à palavra de um cientista, e muito menos de um romântico.

Aqui está a palavra de alguém que acima de tudo AMA.

A ridícula curiosidade humana

Para a desgraça Alheia.

 

E depois ainda dizem que a “humanidade é humana”, eu estava semana passada na parada do ônibus quando o que eu vejo? Um senhor com uma criança brigando com os policiais.

Praticamente todo mundo foi ver a confusão, apenas ver. A briga foi por causa de UM REAL (me diga se isso não é ridículo?), mas bem isso não vem ao caso.

No começo da semana (em pleno domingo) houve um acidente de carro, e adivinha? Mais pessoas. Engraçado é que no domingo nunca tem ninguém na rua.

Agora sim eu compreendo o porquê de programas de noticias(quase sempre ruins) estão em voga hoje em dia, não é pela informação, é sim para ver as desgraças alheias.

Talvez seja apenas para poder dizer: “Nossa, como eu sou sortudo de não ser comigo”, ou também pode ser apenas um meio de conhecer novas pessoas(credo), ninguém sabe, porque afinal como varias pessoas se aglomeram em um local se não vão ajudar os feridos?

A curiosidade humana já fez muitas coisas boas, mas até onde vai a nossa capacidade de ser curioso beneficamente, até que pontos podemos saber tudo sem sermos ridículos?

Programas de TV que mostram acidentes sempre têm crianças lá tentando aparecer pra câmera (e geralmente o morto ainda ta no chão), isso tudo é pelos 15 minutos de fama? Até onde iremos com isso?

Talvez a lugar nenhum.

Quem sabe?

Meu sonho de hoje

Sonho estranho:

 

Três pesquisadores da historia do Titanic estavam planejando ir até o mar visitar o navio. White Félix, branco, olhos verdes, estatura media (Eu); Celina Kasemiro, cabelos ondulados e castanhos e Kassio Door, cabelos pretos e curtos.

A historia do Titanic que eles estavam pesquisando é sobre uma serie de assassinatos cometidos por uma garota da alta sociedade: Lisandra Black.

Os três encontram um pouco antes de partir, a ultima sobrevivente desses ataques, Anisha, que agora é uma senhora idosa e que aceita partir junto com eles.

Quando chegam ao navio, algo estranho acontece e parece que o Titanic voltou a ser o mesmo que era antes, Anisha se revela então sendo um fantasma de uma louca.

Ai é que a trama se revela.

Kassio vai até a proa do navio para lá poder ver o mar e assim ele acaba não vendo os devaneios do fantasma agora jovem.

Celina então se transforma em uma loira e se revela: Ela é uma comparsa se Lisandra. Assim sendo Celina agora já transformada em fantasma resolve me matar.

-Surpresa querido!

-Eu já sabia quem você era desde o inicio, respondi eu.

Ela então se espanta e pergunta como eu sei então eu me revelo como sendo a senhorita Black. ( A assassina).

Eu mato Celina e antes dela morrer, ela me pergunta se eu sei quem é Ele(O kassio), eu respondo que sei.

Quando chego perto dele, já transformado em White de novo, ele já estava transformado em Derik(O cara por quem a assassina era apaixonada), eu falo com ele, mas ele não presta atenção em mim.

Então eu pego uma taça e jogo ao mar e digo:-Estou com fome.

Ele se vira para mim e eu já sou de novo A Assassina.

Então eu escuto a voz de Celina, lembro-me de que ela não pode morrer, ela é um fantasma.

Então pego na mão dele

E ambos corremos para ficarmos juntos.

E sumimos no horizonte.

Juntos pela eternidade.

A Assassina e seu amado.

 

 

Fim.

 

*Conversas entre Adão e Eva:

Eu e Ella

 

*Amor:

 

Eva:- Conforte-se em saber que vou passar o ano toda a cama dele [Karlos], depois de um tempo vou ficar entediada e cansada dele, só vou continuar com ele por falta de opção já com você será diferente, vou esperar ansiosamente todo mês, o dia em que vou te encontrar o dia em que serei tua na cama.

Adão:- E você se sente confortável, sabendo que o homem que você trai terá só a você eo homem que você espera será de todas?

Eva:- Se eu puder ter-lo ainda que eu tiver que dividi-lo, sim, eu me sentiria extremamente confortável.

 

*O beijo:

 

Prólogo: Adão e Eva conversão sobre a possibilidade dele viajar até Santi para entregar o seu primeiro beijo a pessoa que ele ama, mas que não o ama

Adão: È só um beijo Eva, meu único primeiro beijo.

Eva: Não é só um beijo, se fosse você poderia dar-lo a qualquer um.

Adão: Poderia dar a qualquer um, mas a essência desse beijo pertence a ele.

Eva:  E qual é a essência desse tal beijo?

Adão: Minha alma.

 

Causos

*Causos estranhos:

 

*Exorcismo dentro do Ônibus:

Na Cidade existe uma linha de ônibus que roda toda sua extensão, chamada “Grande Circular”, eu estava fazendo um Tour pela cidade (outro) fiquei maravilhado com o mar, não que jamais tenha visto o mar, mas é que especialmente naquela tarde de 7 de setembro ele parecia mais belo.

Acontece que no percurso final eu sentei-me na antepenúltima cadeira, uma senhora gorda, alta, branca e de olhos verdes (Sempre olhos verdes) sentou-se atrás de mim junto ao seu marido.

A tal mulher começou a passar mal e a se sentir tonta, chorava e agarrava-se ao marido que agora já estava em pé, o marido explicava que aquela cena era por que a filha dela estava longe, dizia ele que quase sempre era por isso (o que nos leva a entender que a estapafúrdia já havia acontecido mais de uma vez.).

Até ai tudo bem, temos uma senhora passando mal no ônibus, nada de estranho até ai, ai no meio do caminho me aparece uma evangélica detrás dessa senhora (me desculpe os evangélicos, nada contra vocês.). Começa então um exorcismo, vulgo sessão do descarrego, a mulher não deixava que ninguém encostasse nela, mas a evangélica insistia e dizia: Sai! Sai! E falava em línguas (por sinal, falar em línguas para eles é ser tocado pelo espírito santo).

Bem, dada seja a verdade, a mulher estava passando mal e a outra estava expulsando um demônio (contra a vontade da “endemoniada”), a mulher acabou tornando a si, depois de muita tortura psicológica, já que a Crente ficou tocando nela sem o seu consentimento, alias tornou a si, mas estava extremamente mal humorada, perguntando o porquê das pessoas estarem olhando para ela.

 

*Agora vou aos meus comentários, desculpe-me os verdadeiros evangélicos, aqueles que realmente acreditam em Deus. Que fique bem claro, sou totalmente contra fanatismo religioso e sessões desse tipo em lugares públicos, tanto em católicos ou evangélicos ou pagãos. Uma pessoa como aquela mulher precisava era de um medico, não de uma evangélica, que poderia ser comparada a uma shaaman das eras antigas, acredito em Deus, mas no Deus que criou os homens, não aquele que os homens criaram.

 

Deixo aqui uma pergunta.

Se fosse sua mãe que estivesse precisando de um psiquiatra, você deixaria que isso ocorresse?

E se fosse você, se submeteria a uma tortura psicológica desse tipo?

 

Será que a tristeza excessiva por uma filha que está longe é um Demônio (no sentido literal da palavra)? Então eu sinto muito, mas todos nós estamos endemoniados de certa forma.

 

Até onde é saudável?

Pense nisso.

 

 

 

 

 

*O demônio em Pierre:

 

Na TV passou um filme chamado “O amigo oculto”, eu estava assistindo esse filme com o “MSN” ligado, quando repentinamente eu recebi uma mensagem do Pierre (namorado da Andy) que dizia: “ela  não vai voltar, eu preciso dela, mas ela não me escuta, ela nem sabe que eu to chorando.”. Eu obviamente perguntei o porquê dele não voltar mais, o pê simplesmente respondeu: ”é o fim”.

Meia hora depois ele voltou para explicar o que estava acontecendo, não havia explicação. Ele entrara em transe e escrevera aquilo.

Queria que eu explicasse o que estava acontecendo, eu sinceramente não sabia o que dizer, mas a medida do que ele me falava comecei a achar que pudesse ser uma coisa: “possessão demoníaca”. Foi assustador.

A historia foi se desenrolando e eu resolvi fazer um teste, usei meus conhecimentos em exorcismos em latim e outras línguas, deu certo, ele realmente tinha algo.

Depois disso eu comecei a notar coisas estranhas em nós dois, vozes e coisas estranhas ao nosso redor (Alguns dirão que é sugestão da mente, cheguei a concordar com isso.).

No final eu resolvi fazer o tal espírito falar, bem, foi extremamente estranho e a voz dele mudou, mas acabei falhando, o próprio pê começou a falar mal de mim e coisas desse tipo.

Tudo voltou ao normal, depois de risadas metálicas e coisas fantasmagóricas demais, a historia da possessão demoníaca foi deixada de lado.

A Andréas estava passando mal, eu usei a teoria de que era o espírito dele tentando se comunicar conosco (Às vezes o nosso espírito vagueia quando estamos dormindo).

 

Não sei ao certo o que houve, realmente nem sequer digo que o que aconteceu foi de fato uma verdade consumada, mas daí tirei duas lições na minha vida:

 

I-                   Existem coisas no mundo mais poderosas do que podemos imaginar.

II-                Jamais mecha com algo que está acima de você, as vezes pode ser mais perigoso do que você pensa.

 

Então da próxima vez que mecher com o sobrenatural cuidado, Eles podem acabar te escutando.

 

Post Scritum : Continuo sendo contra exorcismos no meio da rua.

 

 

*A blasfêmia vampirica:

 

A algum tempo eu estava vendo o livro sobre vampiros “O clube dos imortais” e um trecho me chamou uma atenção especial, era a parte em que três pessoas(vampiros) olhavam de forma sincronizada a mesma pessoa ao mesmo tempo.

Na escola eu estava contando a Suelen o final do filme “O caçador de pipas” dando ênfase ao abuso sexual sofrido por um dos personagens. Ai eu fiz um comentário: O cara comeu o pai e o filho.

Um longo silencio de um segundo fez-se no recinto.

De forma sincronizada eu e Su nos olhamos (temos ambos aquele olhar de olhos verdes [sempre os olhos verdes] com a sobrancelha levantada.). Ela me olhou e rapidamente eu sabia o que ela queria dizer: e o espírito santo. Caraça foi uma blasfêmia e tanto, o cara comeu o pai, o filho e o espírito santo.

O mais estranho é que teve tudo a ver com o livro, eu sabia exatamente o que a Suelen estava pensando. Alias hoje estávamos em sincronia perfeita.

Em um outro momento eu estava falando que ia tacar a cabeça de alguém na parede, ela disse que não era a dela, por que ela era outra coisa.

Viramos de novo e nos entreolhamos e eu falei: A outra cabeça não é?

De novo eu sabia o que ela estava pensando, estávamos os dois em uma harmonia perfeita, altamente maliciosa e vampirica.

 

 

 

 

 

 

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